Cada Vez Mais Portugueses Compram Casa

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Foram vendidos em Portugal 189 mil imóveis vendidos até este mês de Setembro, e espera-se que o valor total para 2017 chegue perto do record de 2010.

Cada vez mais pessoas estão a aproveitar a retoma, usufruindo dos créditos facilitados e dos preços baixos das casas, em Portugal.

Há ainda um pormenor, como refere o Diário de Notícias: “com a construção nova ainda a marcar passo, são as casas em segunda mão que mais fazem o mercado mexer. Das quase 189 mil vendas, 13,7% diziam respeito a imóveis a estrear. Os restantes 86,3% eram imóveis que já tinham uma descrição anterior nos registos e notariado.

Não é de estranhar, afirma Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN, a Associação da Construção, dando conta de um andamento rápido do mercado da reabilitação urbana em Portugal, com muitos edifícios totalmente remodelados “em que só fica a fachada e lhes é retirado todo o ‘miolo’ ” mas que, por causa do registo anterior, apartamentos novos acabam por entrar na estatística dos usados. Até junho, o mercado da construção nova representou 4400 edifícios, “quase o dobro” da reabilitação, dados da AICCOPN.

Quanto às áreas, a maior parte das transações de casas está a ter lugar em Lisboa e no Porto, impulsionadas, especialmente, pelos investidores estrangeiros e pela reabilitação de imóveis. A Capital já responde neste ano por 38 mil transações, mas o Porto tem vindo a ganhar expressão e vai já com 26 640 vendas de imóveis. Além destes, também as vendas assumem expressão nos distritos de Faro, Leiria, Coimbra e Braga.

“O investimento estrangeiro está a puxar pelo valor das vendas e os portugueses pelo volume”, diz Luís Lima, lembrando que “o mercado dos imóveis reabilitados está a ter uma grande circularidade”, com os investidores a comprar para depois vender.

António Menezes Leitão, da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), repete: “Há muita gente que hoje compra um imóvel e três meses depois já está a vendê-lo com lucro. Muitas destas vendas acontecem num período inferior a três meses”, detalha. Para o presidente da ALP, este mercado de revenda está a alimentar a especulação imobiliária em Portugal e, perante negócios cada vez mais apetecíveis, “este fator joga contra o arrendamento tradicional”, afirmou ao DN/Dinheiro Vivo. “O crédito é o grande motor destas vendas, mas aquilo a que estamos a assistir é a uma bolha no imobiliário”, completa.”*

*Presente na notícia Diário de Notícias, vista aqui

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